terça-feira, 29 de março de 2011

"CAMPANHA DA FRATERNIDADE"



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Para a Campanha da Fraternidade 2011, a Igreja no Brasil propõe, como Objetivo Geral: contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá -los a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.
Para atingir este objetivo, são propostos os seguintes objetivos específicos:
  • Viabilizar meios para a formação da consciência ambiental em relação ao problema do aquecimento global e identificar responsabilidades e implicações éticas;
  • Promover a discussão sobre os problemas ambientais com foco no aquecimento global;
  • Mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e articular a realidade local e regional com o contexto nacional e planetário:
  • Trocar experiências e propor caminhos para a superação dos problemas ambientais relacionados ao aquecimento global.
Serão adotadas as seguintes estratégias:
  • Mobilizar pessoas,comunidades,Igrejas,religiões e sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais decorrentes do aquecimento.
  • Propor atitudes,comportamentos e práticas fundamentados em valores que tenham a vida como referência no relacionamento com o meio ambiente;
  • Denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.
Fonte: livro da Campanha da Fraternidade 2011 – Texto-Base

domingo, 20 de março de 2011

"SEMANA SANTA"

A Semana Santa tem início no Domingo de Ramos, em que lembramos a entrada de Jesus em Jerusalém. Jesus é aclamado pelo povo que estende seus mantos e erguem ramos de oliveira para recebê-lo proclamando: "Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor". Com este gesto a Igreja aclama Jesus como seu verdadeiro rei, é um dia de muita alegria para daí a pouco iniciarmos a semana mais dolorosa para aqueles que amam Jesus.


Quinta-feira Santa.

Na quinta-feira, recordam-se dois importantes acontecimentos. O primeiro, quando o Senhor Jesus dá uma das maiores demonstrações de humildade e da sua vocação de servir ao mundo, se ajoelhando e lavando os pés dos seus discípulos. Depois, o acontecimento cuja repetição se transformou no sacramento da eucaristia, quando naquela noite, durante a última ceia com seus apóstolos, Cristo, sabendo o sofrimento que o esperava, se entrega aos seus discípulos, em corpo e sangue, simbolizados por um pedaço de pão e em um cálice vinho, como uma forma de despedida. É também nessa noite, que Jesus profetiza a traição de Judas e a negação de Pedro sem, no entanto, dizer quem serão os autores desses dois atos. (Mc 14. 22-26, Mt 26. 26-30, Lc 22. 15-20)

Sexta - Feira.

Na Sexta-feira Santa revivemos o sofrimento e a morte de Cristo no Calvário.
Traído por Judas que o entrega aos soldados romanos por 30 moedas de prata, sob a acusação de subversão e de perturbação da ordem, Jesus é abandonado, por seus discípulos e três vezes negado por Pedro.
Então se seguem uma série de humilhações e maus tratos até o Seu julgamento por Pilatos e depois por Herodes, que acaba por condena-Lo à morte, atendendo ao clamor do povo que exige que soltem Barrabás, um ladrão, e crucifiquem Jesus.
Conforme relata a Bíblia, mais ou menos ao meio dia da sexta-feira, o sol pára de brilhar, a escuridão cobre a terra até às três horas da tarde. Então, Jesus grita – “Pai, me tuas mãos entrego o meu espírito”. Dizendo isso Jesus morreu. (Mc 15. 33-41, Mt 26. 44-75 e 27. 1-66, Lc 22 e 23, Jô 18 e 19)
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O corpo de Jesus foi pedido à Pilatos por José, da cidade de Arimatéia, um senhor influente na região. José de Arimatéia enrolou Jesus em um lençol de linho e O sepultou num túmulo cavado em uma rocha, jamais usado por ninguém. Maria Madalena e Maria mãe de Jesus assistiram a tudo isso.
Na sexta-feira não há missa em nenhum lugar do mundo. O altar da Igreja fica iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos.

Vigília Pascal:

Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada "A mãe de todas as santas vigílias", porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a benção do fogo novo e do círio pascal que é uma grande vela que é acesa no fogo novo. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda atreva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos Povos. Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois crava-se neste, cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus e as letras "alfa" e "Omega", primeira e última letra do alfabeto grego, que significa o princípio e o fim de todas as coisas. A proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia Eucarística.
Domingo de Páscoa:
A palavra páscoa significa "passagem". Era vivamente comemorada pelos judeus do antigo testamento como a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica.
A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é, verdadeiramente, o Filho de Deus.


Grande Momento de renovação, reconciliação com Deus e com os irmãos de Fé.


Amém.
  







quinta-feira, 10 de março de 2011

"QUARESMA"

O que quer dizer Quaresma?
        A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
        Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
        Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
        Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
 Qual o significado destes 40 dias?
        Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
 O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?
        A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
 Ainda é costume jejuar durante este tempo?
        Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
        Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
        O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

terça-feira, 8 de março de 2011

A AMIZADE EM CRISTO.

“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos” (Jo 15, 13).
Como é bom ter amigos, e como é lindo o dom da amizade que Deus coloca entre nós homens. Uma amizade fiel é motivo de alegria, felicidade, segurança e muitos mais. Há pessoas, que encontra mais facilidade para ter amigos, já outros, com menos, porém, todos nós temos bons amigos. E é curioso, como Deus aproxima um amigo na nossa vida. Uma amizade nasce em inúmeras ocasiões, e lugares. As maiores amizades, construí-se da forma mais simples.
Feliz do homem, que vive verdadeiramente uma amizade, abrindo seu coração, partilhando suas alegrias, suas conquistas, suas vitórias, e seus projetos. Mas, uma boa amizade passa além disso. Com ela, podemos dividir nossos erros e problemas, nossas dores e aflições.
E são nos momentos mais difíceis, que compreendemos o valor dos verdadeiros amigos. Na dificuldade e na tribulação, ter um amigo é sinal de força e amparo, e é bonito de ver que num momento tão delicado, contamos com a presença do fiel amigo, dividindo e vivendo junto, todas as angustias. Isso alegra a nossa a vida, e nos leva a perceber que, nada é capaz de separar uma linda amizade que Deus constrói.
A segurança de um amigo, nós podemos comparar a um barco, que navega no oceano, debaixo de tempestade, e com o mar furioso. As ondas do mar estão agitadas e o medo toma conta dos navegantes. De repente, vem o aviso: “-Terra a vista”. E então, o capitão controla seu barco, até as proximidades da praia, atraca seu barco tranquilamente, achando seu porto seguro. Ali eles ficam esperando a tempestade passar. O tempo ruim passa, e eles seguem a viagem novamente. Porém, na nossa vida, sabemos que não é sempre assim. Quantos casos de pessoas, que achamos ser nossos amigos, mas em momentos delicado nos abandonam.
Diz na Sagrada Escritura: “Pois há amigos em certas horas que deixará de o ser no dia da aflição” (Eclo 6, 8).
Devemos sempre nos preocupar, de que maneira estamos passando e marcando a vida dos nossos amigos. Como estamos nos comportando, para nossos amigos? Estamos encaminhando a nossa amizade para a falsa alegria do mundo, com bebidas, drogas e coisas que não nos preenche, ou estamos trilhando e edificando a nossa amizade em Cristo?
Jesus amou a todos; amou como o mundo não ama. Jesus é nosso amigo. Ele sofreu por seus amigos. Ele se compadece, e vive tudo conosco. Podemos ver uma prova disso, no Evangelho de João, quando o próprio Jesus se comove ao saber que, seu amigo Lázaro estava morto e, tomado de compaixão pôs-se a chorar.
Ao vê-lo chorar assim, como também todos os judeus que acompanhavam, Jesus ficou intensamente comovido em espírito.
E, sob o impulso de profunda emoção, perguntou: “Onde o puseste?”
Responderam-lhe: “Senhor, vinde ver”
Jesus pôs-se a chorar.
Observaram por isso os judeus: “Vede como ele o amava!” (Jô 11, 33-36).
Jesus “vive” uma eterna amizade com seus discípulos. Porque escrevi o verbo viver no presente? Para entendermos que, Cristo “vive” uma eterna amizade de amor com todos que ama-o, e serve-o na evangelização. “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu Senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo o quanto ouvi de meu pai”(Jo 15, 15).
Imaginem comigo, como deve ter sido maravilhoso, a ultima ceia de Jesus com os discípulos. Pela razão, parece ter sido o último encontro, antes da morte. Porém, para Jesus, ele continuaria vivo nos corações de seus discípulos. O Senhor instituía ali, a eucaristia, que seria a entrega de seu corpo e sangue. Ele nos promete que, todo aquele que comesse aquele pão e bebesse aquele vinho, estava recebendo o próprio Cristo que viveria eternamente com eles. Ali, eles celebravam a vida, as alegrias, e tudo aquilo que eles tinham vivido durante os três anos que caminharam com Jesus.
Uma amizade em Cristo jamais passa, jamais morre, jamais acaba. Moisés e Araão, Elias e Samuel, São Paulo e São Pedro, São Francisco e Santa Clara, nos dão provas concretas de que, se Cristo esta selando nossa amizade, ela jamais cessa, e quão verdadeira é uma amizade aos olhos de Deus.
Você é amigo? Então, celebre o Cristo, a vida, a amizade, em intensa festa, sabendo que todos os dias, é dia dos amigos. Ame, perdoe, doe-se, e entregue-se a uma verdadeira amizade, construída por Deus, consciente de que um amigo vive de alegrias e tristezas, felicidades e aflições.
Experimente viver uma amizade em Cristo, assim como Cristo é nosso Amigo. Um amigo que se entregou numa Cruz por amor a nós. Só a força do “amor amigo” de Jesus, é capaz de nos provar que, não existe uma amizade melhor e maior do que a Dele.
“Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro” (Eclesiástico 6, 14).
Nada é capaz de nos separar do amor, e da amizade de Cristo. Quem encontra Jesus, encontra este amigo fiel, e vive eternamente feliz.

sábado, 5 de março de 2011

A BIBLIA

Como surgiu a Bíblia? Deus disse às suas pessoas escolhidas o que deveríam dizer e escrever. A Bíblia diz em 2 Pedro 1:21 “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo.”
Deus é a fonte de toda a informação da Bíblia. A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:16 “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça.”
A Bíblia apresenta-nos Jesus Cristo. A Bíblia diz em Hebreus 1:1-2 “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo.”
Por que foram escritas as Escrituras? A Bíblia diz em Romanos 15:4 “Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança.”
Qual é a função das Escrituras para aqueles que creêm nelas? A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:15 “E que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus.”
Sob que condições podemos receber a promessa de entender coisas divinas? A Bíblia diz em Provérbios 2:1-6 “Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento; sim, se clamares por discernimento, e por entendimento alçares a tua voz; se o buscares como a prata e o procurares como a tesouros escondidos; então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento.”
Não ignora as partes que lhe fazem sentir incómodo. A Bíblia diz em Jeremias 26:2 “Assim diz o Senhor: Põe-te no átrio da casa do Senhor e dize a todas as cidades de Judá que vêm adorar na casa do Senhor, todas as palavras que te mando que lhes fales; não omitas uma só palavra.”
Quando não entenda o que estás a ler, o Espírito Santo será enviado para lhe ajudar. A Bíblia diz em João 16:13-14 “Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu, e vo-lo anunciará.”
A Bíblia é um mapa que nos mostra como viver. A Bíblia diz em Salmos 119:19 “Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos.”
A Bíblia nos dá sabedoria. A Bíblia diz em Salmos 119:99 “Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação.”
A Bíblia oferece ajuda quando o caminho é incerto. A Bíblia diz em Salmos 119:105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.”
Bíblia nos dá mandamentos de Deus, os quais são imutáveis. A Bíblia diz em Mateus 5:18 “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.”
Porquê devemos estudar a Palavra de Deus? A Bíblia diz em Isaías 28:9, 10 “Ora, a quem ensinará ele o conhecimento? E a quem fará entender a mensagem? Aos desmamados, e aos arrancados dos seios? Pois é preceito sobre preceito, preceito sobre preceito; regra sobre regra, regra sobre regra; um pouco aqui, um pouco ali.” Atos 17:11 “Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.”
A quem chamou Jesus bem-aventurados? A Bíblia diz em Lucas 11:28 “Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam.”